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Sinopse

A transparência não é uma caraterística de países nórdicos, é uma caraterística de países que escrevem pouco e bem! Escrevem boas leis e escrevem melhor jurisprudência. Mas escrevem pouco, porque quem sabe o que diz ou o que quer dizer, fá-lo de forma clara e objetiva.

O fenómeno da corrupção não decorre de nenhum problema congénito português, antes sendo o produto de más pessoas ou de más leis ou de ambas. Sim, de ambas. Leis más desenham a corrupção. Pessoas más materializam-na.

Falar-se-á da dicotomia entre o público e o privado, numa lógica nada dicotómica!

O combate pela transparência não pode ser uma questão da política, mas um desiderato do país. Estigmatizar é também corromper.

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